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PSICOFONIA - MOTTA MAIA PDF Imprimir E-mail
Seg, 03 de Outubro de 2011 20:08

Queridos irmãos, quando fui médico encarnado aqui na Terra, nunca poderia fazer idéia dos aparelhos e dos recursos que o plano espiritual utiliza para tratar dos doentes do corpo e do perispírito. Hoje, se os médiuns aqui presentes pudessem ver a variedade e a quantidade e a eficácia dos aparelhos que são utilizados aqui no hospital Pedro de Alcântara, na dimensão maior desse Hospital, muitos de vocês não teriam palavras para relatar a composição e o funcionamento desses aparelhos. Por isso que muitos espíritos com várias enfermidades perispirituais são encaminhados aqui para os médiuns, para os médicos, para os enfermeiros que atuam na Associação Espírita Obreiros do Bem para que sejam aqui tratados, acolhidos e conduzidos para várias e várias terapias reconstituintes e vários e vários medicamentos que estão plasmados, que são compostos aqui na nossa dimensão.

Agradecemos a todas outras instituições, agremiações, casas espíritas, que estão a cada dia chegando em maior número para aumentar esse trabalho no bem e conforme foi aqui colocado, quanto mais ampliado o trabalho, mais aumenta a responsabilidade de todos nós. Aumenta a responsabilidade da Associação Espírita Obreiros do Bem, porque ela passa a ser a convergência das irradiações, das vibrações, das preces, de todas as outras casas, cujo olhar se voltam ou se voltarão aqui para esse trabalho, que atende não somente as nossas pacientes do hospital Pedro de Alcântara, mas todos aqueles necessitados, que são aqui trazidos para serem atendidos e medicados. Mais uma vez ressaltamos o livre arbítrio, o merecimento de cada um e as oportunidades aparecem de acordo com a predisposição ou com a vontade, ou com os méritos daqueles espíritos que possam ser aqui atendidos. Nós nos sentimos felizes de contar com os grupos mediúnicos da Casa e com os grupos mediúnicos das outras casas, com os médiuns em desdobramento que vêm aqui participar das reuniões que transcorrem durante a noite, madrugada adentro, durante o dia, porque as nossas irmãs, os nossos irmãos necessitados não têm hora para suas necessidades e para seus atendimentos... E vocês são sabedores que muitos participam dessas atividades quando desdobrados, quando deslocados do corpo físico e seu espírito vem aqui continuar esse trabalho de luz e esse trabalho de amor ao próximo.

O encaminhamento dado a todos os grupos, a todas as reuniões estão nesse momento, atendendo às necessidades dos amigos da espiritualidade que atuam nessa Casa. Caso haja necessidade de alguma mudança, nós comunicaremos a vocês os rumos que devem ser alterados ou os novos direcionamentos... mas hoje a Casa segue, dentro da doutrina, dentro dos direcionamentos doutrinários, aquilo que foi proposto e aquilo que foi intuído a todos os dirigentes e coordenadores da parte doutrinária. Estamos atendendo também e estendendo as nossas vibrações, as nossas intuições para grupos de terapia que estão funcionando no hospital a nível de encarnados, porque muitos desencarnados também aproveitam esses momentos terapêuticos para que possam ser atendidos, independente da crença, dos terapeutas, dos enfermeiros, o importante é que todos nós trabalhemos voltados para o bem, para o amor e para a tranqüilidade dessa Casa. Mas aí exige-se em todos os níveis de atuação um equilíbrio dos dirigentes, um equilíbrio dos assistentes, um equilíbrio dos participantes das reuniões e principalmente o equilíbrio maior daqueles cujos destinos da Casa estejam em suas mãos. Procuramos sempre envolvê-los, procuramos sempre conduzi-los para o caminho do equilíbrio, da retidão, mas nós sabemos que muitos ainda resvalam por uma série de problemas e muitos ainda, por saberem das suas obrigações às vezes não abraçam convenientemente por uma série de motivos que nos não estamos em condições nem podemos mencionar.

Mas também lembramos que muitos de nós procuremos tirar dos nossos corações aquela pontinha de vaidade, de orgulho, de egoísmo, de prepotência, porque a finalidade da Casa, a finalidade da Associação está muito, muito além de pequenas questões, de pequenos obstáculos criados por muitos e muitos espíritos ainda imperfeitos encarnados nesse momento e que são utilizados pela Espiritualidade para que conduzam casas espíritas, associações espíritas e instituições. Mas nós temos de lançar mão daquilo que temos e a proposta para essas pessoas é que elas se tornem verdadeiros espíritas, porque o verdadeiro espírita, conforme está na codificação, é aquele que se propõe à sua melhora, à sua transformação moral, e que faz esforços para isso. Isso sempre é colocado em todas as reuniões. O nosso querido mentor Pedro de Alcântara, como todos nós sabemos, não mede esforços, ele e todos os colaboradores da Casa, do plano de desencarnados, para que tudo transcorra dentro daquilo que foi compromissado com vocês e com a espiritualidade que conduz, que encaminha esses trabalhos.

Mudanças já estão ocorrendo, conforme nós antecipamos de algum tempo atrás e muitas mudanças vão ocorrer ainda. Claro que nós nunca teremos no plano dos encarnados ainda uma obra que atenda à perfeição, mas que cada um de vocês procure atingir, procure dar, procure oferecer o melhor de cada um, dentro das suas possibilidades, para que nós possamos juntos marcharmos e, quando a nossa hora soar, dizermos: missão cumprida, a nossa consciência está tranqüila pelo dever retamente cumprido.

Queridos amigos, recebam nesse momento, as vibrações, os fluidos dos seus amigos do plano espiritual e tenham certeza que vocês, com seus bons propósitos, não serão desamparados por nós, que os seus familiares serão também envolvidos, para que possam compreender a missão que coube a cada um de vocês e se obstáculos aparecerem, se revezes se fizerem presentes, saibam que mesmo assim vocês estarão amparados, protegidos e serão fortalecidos desde que nos propiciem meios e condições para tal. Às vezes o muro é muito sólido, muito alto, muito largo e não permite que seja transposto pelas suas forças, mas às vezes nós temos de contorná-lo, às vezes nós temos que caminhar mais alguns quilômetros para que nós consigamos atingir o ponto objetivado, o ponto que nós traçamos para a nossa caminhada.

Que Jesus, o nosso mestre, o médico das almas e dos corpos, possa envolver a Associação Espírita Obreiros do Bem, o hospital Pedro de Alcântara, e todas as casas que estão conosco nesta marcha para cima e para frente. Contem conosco e nós sentimos que nós estamos unidos, juntos, mais uma vez, para que tentemos realizar os sonhos e os ideais de todos aqueles que labutaram e labutam por essa Associação. Fiquem em paz queridos irmãos, recebendo o abraço fraterno de toda a falange de trabalhadores da Obreiros do Bem, tendo o mentor maior, Jesus de Nazaré, e o mentor espiritual dessa Casa, que envia todos os votos de muita paz e muito trabalho, o nosso querido Pedro de Alcântara e um abraço nosso e da nossa equipe, sendo eu nessa noite o porta voz.

Muita paz, do companheiro e amigo de sempre,

Motta Maia.

(Mensagem psicofônica recebida no Grupo de Estudo e Educação da Mediunidade da AEOB, em 12/08/2011)

 

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Cláudio Velho da Mota Maia

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Cláudio Velho da Mota Maia, barão, visconde e conde de (Itaguaí, 14 de abril de 1843Juiz de Fora, 7 de novembro de 1897) foi um médico e professor brasileiro.

Filho de Manuel Domingos Maia e Maria Isabel Velho da Mota Maia, casou-se com Maria Amália Cruz Viana.

Formado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, recebeu do Governo Imperial, em 1875, uma bolsa na Faculdade de Medicina de Paris. Foi professor de Medicina Operatória na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, de Anatomia Topográfica, Operações e Aparelhos, também professor de anatomia e fisiologia na Academia de Belas Artes.

Foi um dos encarregados da reforma do ensino de medicina, em 1878, que adotou o modelo germânico em substituição ao francês, propondo o ensino prático e livre, favorecendo o ensino farmacêutico.

Em 4 de maio de 1880 foi nomeado médico da Casa Imperial, foi amigo pessoal de D. Pedro II, a quem, após a Proclamação da República, acompanhou no exílio até a morte do imperador, em Paris.

Agraciado barão em 6 de fevereiro de 1886, visconde, em 20 de junho de 1887 e conde, em 8 de agosto de 1888, era comendador da Imperial Ordem de Cristo.

Os documentos por ele reunidos estão hoje no Museu Imperial em Petrópolis, sob o título de Coleção Mota Maia. É patrono da cadeira 23 da Academia Nacional de Medicina, foi sócio do IHGB.

[editar] Obras

  • Breves apontamentos para o estudo do ensino médico em Paris, 1876
  • Contribuição para o estudo dos progressos da histologia na França, 1877
  • Estudo sobre o ensino médico na Áustria e Alemanha, 1877
  • Memória histórica da faculdade de medicina do Rio de Janeiro, relativa ao ano letivo de 1878, 1878
  • Note sur la structure et la signification morphologique des glandes estomacales de la cistule, 1876
  • Ovariotomia; Febre intermintentebiliosa dos países inter-tropicais; Morte real e morte aparente; 1866
  • Tratamento cirúrgico do estrangulamento intestinal interno; 1871

Patrono da cadeira 22 na Academia Nacional de Medicina.

 
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