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Qua, 10 de Outubro de 2018 23:23

BACILOS PSÍQUICOS, LARVAS MENTAIS E VAMPIRISMO (espírito Mota Maia) - 24-08-2018

Queridos irmãos da Casa de Pedro de Alcântara,

Na reunião passada, nosso querido Pai Velho nos “intimou” para que falássemos sobre bacilos psíquicos, larvas e etc; podemos estudar aí o vampirismo.

No livro Missionários da Luz, de André Luiz, psicografado por Chico Xavier, temos que a formação das larvas psíquicas ocorrem devido aos nossos sentimentos, ações e pensamentos distantes do Evangelho.

A proliferação e manutenção destas larvas pelo comportamento, sentimentos e pensamentos constantes distantes das leis divinas, que proporcionam ambiente para que elas se multipliquem e contagiem outros, se estes outros estiverem invigilantes e derem abertura para isto; espíritos desencarnados que se agarram a nós como vampiros, sugando nosso fluido vital, pois sentem necessidade de continuar recebendo estas energias.

No citado livro, Missionários da Luz - recomendamos que façam um estudo dos capítulos 3 a 5 - vamos ter contato com 3 médiuns que apresentavam, devido às suas invigilâncias, o organismo atingido e afetado por microorganismos, ou conforme citado, larvas, que proliferavam em vários órgãos de seus corpos, trazendo assim quadros de patologias graves, e proporcionando também o assédio de criaturas desencarnadas que sugavam e se utilizavam destas larvas que proliferavam e se mantinham no seu corpo físico.

Estes capítulos que sugerimos a vocês estudarem são de suma importância para meus irmãos médiuns, pois trazem valiosas informações para a conduta de nossos queridos irmãos médiuns...

Queridos irmãos, tenhamos consciência que nossos atos, nossas manifestações, a forma como agimos, sentimos, pensamos, encaramos a vida, o nosso lazer, é a manifestação da nossa espiritualidade e de nossa postura perante o mundo.

Não podemos mais viver na época dos antigos conceitos religiosos, em que, nos bastava frequentar os templos, sejam quais fossem, uma vez por semana, e nos salvaria dos fogos infernais e nossos pecados estariam perdoados. E quanto a nós, espíritas, basta receber o passe, algumas vezes trabalhar no centro espírita, às vezes impacientes ou intransigentes, e ao sairmos do centro, vivermos como se a vida em si nada tivesse a ver com os preceitos ensinados por Jesus.

Os Ensinamentos, meus irmãos, não são os dogmas de uma igreja, mas caminhos de vida, forma de libertação.

Não é o passe, o estudo, nem mesmo o trabalho de todas as formas, dentro do centro espírita, que nos libertarão das amarras do orgulho, do egoísmo, da prepotência, da intransigência, da impaciência, portanto dos nossos desequilíbrios espirituais mais ou menos acentuados, mas a vivência da Doutrina Espírita no nosso dia-a-dia.

Só chegaremos à nossa regeneração se praticarmos o Evangelho e a Doutrina Espírita em sua totalidade, sem subterfúgio, cotidianamente no centro espírita e fora dele.

Cabe, a cada um de nós, viver com humildade esta Doutrina maravilhosa e educar com amor, mas com energia aqueles que nos cercam, para que o planeta siga no caminho da Regeneração.

Mas não há como educar sem se fazer como exemplo, assim já nos demonstrou Jesus. Na busca de compreender as leis divinas, nos cabe trilhar os caminhos da auto-transformação para o bem.

Os nossos amigos, mentores espirituais, jamais nos abandonam; mas lembrem-se sempre que o nosso livre arbítrio promove nossos atos, e tais escolhas definem quais serão nossas sintonias, vibrações e companhias mais íntimas.

Já percebemos que nossas intransigências e outras imperfeições nos fazem receptivos aos bacilos, às larvas e aos vampirismos, e como isto causa desarmonia, mal estar, cria um ambiente negativo; e o reflexo nos outros. E perceberão, como Alexandre, o instrutor, refere-se a doenças psíquicas da alma, e cita para André Luiz, como a cólera, a intemperança, os desvarios e as viciações. A cólera e a intemperança nada mais são que os diversos níveis de irritação do ser humano, expressas em raiva, às vezes ódio, mágoa, reações de agressividade, o mau-humor constante, tudo isto em repetição se reflete em enfermidades da alma, e quando constantes, promove patogenias espirituais.

Meus irmãos, muito acima do conhecimento está a real vivência do Evangelho, da vida eterna, do amar ao próximo, da fé, da caridade.

O que Jesus espera de nós? É a pergunta que devem sempre fazer.

E relembrando a necessidade de ler os capítulos 3 a 5 dos Missionários da Luz. Leiam, estudem, reflitam.

Fiquem em Paz, obreiros da Casa de Pedro de Alcântara,

Mota Maia

 
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